O fotoperiodista Gabriel Tizón diz que as pessoas objeto de tantas das suas fotografias são erroneamente chamadas refugiados, por que os chamam refugiados se Europa os devolve ao seu país?- pergunta-se. Durante muitos meses, plasmou nas suas fotografias e contou nas suas redes sociais o horror da huída da guerra, da dureza do caminho, das mortes no mar; a dor da vida em um campo de refugiados e das deportações, com extraordinária sensibilidade. A cada uma das suas fotografias conta muitas histórias, as de milhares de pessoas que se cruzaram no seu caminho.

Nas suas crónicas do que vive durante as suas estadias nos campos de refugiados como em Lesbos ou Idomeni, chama a atenção sobre as milhares de pessoas e centos de crianças que, como Aylan, perdem a vida no Mar Egeo.


As fotografias de Gabriel Tizón mostram sem filtros o desespero e a luta da vida nos campos de refugiados na Grécia, o medo e a violência no desalojo dos campos de Calais "A Selva" e a dor de não poder traspassar uma fronteira depois de um longo caminho.
Podem seguir o trabalho de Gabriel Tizón aqui: http://gabrieltizon.com/
Uso de cookies
Utilizamos cookies propias y de terceros para mejorar la experiencia de navegación y ofrecer contenidos y publicidad de interés. Al continuar con la navegación entendemos que se acepta nuestrapolítica de cookies. Aceptar